Por que você precisa realizar a calibração de equipamentos hospitalares com frequência?

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Em ambientes hospitalares, a precisão e a confiabilidade dos equipamentos médicos são fatores determinantes para a segurança do paciente e a qualidade do atendimento. Por isso, manter esses dispositivos calibrados é uma exigência que vai muito além da conformidade técnica: é uma responsabilidade ética e legal.

A calibração de equipamentos hospitalares é um processo fundamental que assegura que os resultados apresentados pelos aparelhos estejam dentro dos padrões aceitáveis, conforme especificado por órgãos reguladores como o Inmetro e a ABNT. Neste artigo, você vai entender por que essa prática deve ser realizada com frequência, como ela impacta diretamente na segurança assistencial e como integrá-la de forma eficiente à gestão do seu hospital.

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O que é a calibração hospitalar?

A calibração consiste em um conjunto de procedimentos realizados para verificar e ajustar a precisão dos equipamentos médicos, garantindo que seus resultados estejam alinhados aos padrões técnicos. Ela ocorre em duas etapas principais:

1. Aquisição de dados: envolve medições rigorosas conforme as especificações técnicas, normas e recomendações do fabricante.

2. Processamento dos dados: aplicação de cálculos estatísticos exigidos pelos órgãos fiscalizadores, verificando a margem de erro e a confiabilidade das medições.

Esses testes devem ser realizados por empresas especializadas que sigam a ISO/IEC 17025 e utilizem padrões rastreáveis pela Rede Brasileira de Calibração (RBC).

Para garantir a rastreabilidade e facilitar o controle dos certificados, você pode contar com o CMMS da Arkmeds, uma plataforma que automatiza e organiza a gestão completa da calibração e manutenção dos equipamentos médicos.

4 razões para manter a calibração em dia

1. Garantia de confiabilidade e uso otimizado dos equipamentos

Equipamentos calibrados funcionam conforme as especificações técnicas, oferecendo maior confiabilidade para todos os tipos de dispositivos — dos críticos aos de uso mais simples. A frequência da calibração deve considerar a intensidade de uso e a probabilidade de desvio de leitura.

Com isso, há maior controle sobre o desempenho dos aparelhos e melhor aproveitamento de sua vida útil.

2. Mais segurança para o paciente

A precisão dos dados clínicos é vital para diagnósticos, procedimentos e decisões médicas. Um monitor multiparamétrico ou bomba de infusão descalibrada pode gerar interpretações erradas e colocar a vida do paciente em risco.

Calibrar é agir preventivamente para proteger a integridade dos pacientes e operadores.

3. Redução de custos com manutenção corretiva

Calibrar após a manutenção preventiva é uma estratégia eficiente. Isso evita que recursos sejam desperdiçados com equipamentos ainda desalinhados e permite um rastreamento mais assertivo de quais dispositivos estão prontos para uso e quais precisam de intervenção.

4. Conformidade com normas e acreditações

Hospitais que buscam certificações como ONA, NIAHO ou Joint Commission devem manter todos os equipamentos calibrados e com seus certificados atualizados. A documentação deve estar organizada e acessível para inspeções de auditoria e visitas técnicas.

Além disso, a calibração é obrigatória conforme as exigências da ANVISA e normas da ABNT. A ausência desses documentos pode resultar em sanções, advertências ou até interdições parciais.

Como implantar um plano de calibração eficiente

Para que a calibração seja integrada com sucesso à rotina do hospital, é necessário:

  • Elaborar um plano de calibração com periodicidade, responsáveis técnicos e rastreabilidade;
  • Utilizar ferramentas digitais para padronizar, registrar e organizar a execução e os certificados;
  • Treinar a equipe técnica para identificar necessidades de aferição e não conformidades;
  • Escolher fornecedores certificados e com histórico comprovado de conformidade.

A tecnologia é uma grande aliada nesse processo. Soluções como o CMMS da Arkmeds eliminam o uso de papel, reduzem erros manuais e garantem que todos os certificados estejam disponíveis em tempo real — mesmo offline.

Conclusão: calibrar é prevenir, proteger e evolui

A calibração hospitalar é mais do que uma exigência regulatória: é uma prática que salva vidas, evita desperdícios e impulsiona a credibilidade do hospital. Ignorar esse processo pode gerar riscos sérios à segurança do paciente, danos à reputação da instituição e altos custos de correção.

Agora que você conhece os motivos e os impactos dessa prática, aprofunde-se no tema com nosso eBook gratuito e implemente um plano eficiente com o suporte do CMMS da Arkmeds.📽️ Quer visualizar esse processo de forma prática? Assista ao vídeo completo no YouTube e veja como a calibração impacta diretamente o cuidado com o paciente.

 

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