A incrível evolução da área clínica: conheça as principais mudanças

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Se há algum tempo os hospitais eram os locais para onde as pessoas iam passar o fim de suas vidas, hoje, graças à tecnologia, isso tudo mudou. Vivemos uma incrível evolução da área clínica. Em função disso, o ambiente hospitalar converteu-se em um celeiro de opções para a melhoria da qualidade de vida e a expansão da longevidade. Não à toa, nos países desenvolvidos, a população atinge com saúde e tranquilidade os 80 anos de expectativa de vida.

Em um período de pouco mais de cem anos, desde o início do século passado, o homem descobriu o antibiótico, compreendeu a complexidade de hormônios — tanto para evitar a gestação indesejada quanto para controlar diabetes — e foi capaz de mapear o código genético de cada indivíduo.

Mas não é apenas em procedimentos junto ao paciente que a tecnologia se propõe a mudar a medicina.

A evolução da área clínica tem perpassado a gestão do ambiente hospitalar como um todo em tendências como a implementação dos hospitais inteligentes ou o uso de realidade virtual em cirurgias e tratamentos. A contribuição do setor está não apenas na eficiência do atendimento, mas na redução de custos e aumento da inteligibilidade dos sistemas.

Acompanhe neste post alguns dos setores em que a evolução da área clínica é mais notável, graças a engenheiros:

Hospitais inteligentes

Além de propiciar a redução de custos na operação dos hospitais, a automatização de prontuários e o agendamento eletrônico produzem um rico e detalhado banco de dados, fundamental para que o hospital conheça bem o paciente. A adoção de softwares para gestão interna ainda diminui a incidência de erros humanos nos registros.

O uso do conceito de Big Data para orientar os serviços hospitalares já é uma realidade. Com ela, as clínicas conseguem responder à demanda alocando mais médicos nos momentos de pico, disponibilizando especialidades clínicas de acordo com a demanda, calibrando os estoques de medicamentos a partir desses indicadores etc.

Um engenheiro clínico é a pessoa ideal para fazer a análise dos dados de modo a aprimorar as rotinas por meio do Big Data.

Além de oferecer um melhor atendimento, a instituição consegue reduzir custos e otimizar recursos graças às informações obtidas com o Big Data.

Realidade virtual na medicina

A tecnologia de realidade virtual tem se mostrado valiosa. Ela serve tanto para o treinamento dos profissionais médicos em cirurgias de alta complexidade (como a de aneurismas cerebrais), quanto no tratamento de algumas enfermidades.

Um exemplo bem-sucedido em tratamentos ambulatoriais é o da adoção da realidade virtual por psiquiatras para o tratamento de fobias.

Um novo mundo na neurologia

Nos últimos 30 anos, a engenharia clínica revolucionou a neurologia. Graças ao desenvolvimento de máquinas não invasivas capazes de captar os mais fracos estímulos elétricos liberados pelo cérebro por meio de eletrodos, os médicos puderam compreender as atividades cerebrais em um novo patamar de acurácia.

Gerenciamento de riscos

Diante de um ambiente altamente tecnológico, nenhum hospital pode prescindir da figura do engenheiro clínico, não apenas para fazer a manutenção dos softwares e aparelhos, como para aprimorar a comunicação entre esses dispositivos e, inclusive, notar falhas na cadeia de informações que muitas vezes passariam despercebidas por longos períodos e poderiam resultar em erros de diagnóstico e tratamento.

Está atento a tudo o que há de mais moderno e tecnológico? Sua preocupação está em medir a performance da equipe? Então, que tal ler nosso post sobre os indicadores-chave para medir a produtividade do hospital?

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